domingo, 3 de setembro de 2017

o Evangelho não é distorcível

Não! O evangelho não é distorcível. A fé bíblica não é distorcível. O caminhar com Deus não é distorcível.
O que é distorcível? A boa vontade das pessoas; a desesperança das pessoas; a angústia das pessoas;  o medo diante de uma fatalidade; o medo do inusitado; a ignorância do porvir, a culpabilidade; o sincretismo religioso; a religiosidade baseada na matéria; a ânsia pelo enriquecimento; o anseio pela conquista dos bens dessa terra; a manipulação da consciência; a manutenção em um estado de torpor em que o juízo fica prejudicado; a  indução a estados de humor por estímulos sensoriais através de ritmos musicais menos ou mais intensos de acordo com o momento; o estabelecimento de que existem representantes de deus que devem ser obedecidos e admirados. Essas coisas são distorcíveis e os distorcedores não têm o menor pudor em aproveitarem-se dessa condição das pessoas. Anátemas.
Se você se converteu nos últimos 20 anos é muito provável que você tenha sido exposto a esse tipo de distorção.
Se você se converteu a menos de 20 anos é muito provável que você não tenha sido apresentado ao evangelho. Alguém disse isso, se soubesse quem eu diria aqui.
É lamentável o que estão fazendo com a população brasileira. Lamentável.
Alguns há que têm uma posição mais blasé, apática, cética, alheia dizendo que não devemos julgar e que cabe a deus agir.
Ok!
Só estou lamentando.
Pelo menos aos que me cercam, eu garanto que não deixo caírem nessa lábia maldita.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Pobre brasil. Estão matando o Brasil

Tentando traduzir no que os governantes, e legisladores, e juízes, transformaram o Brasil.
Dou de barato que não sou economista, mas... números são números.
Segundo o site valor.com.br a dívida bruta do Brasil é de 4,450 trilhões de reais. Até dezembro esse valor representará 76% do PIB.
O PIB é a soma das riquezas produzidas em um país durante um ano: indústria, serviços e agropecuária.
Pois bem, 76% de 12 meses é igual a 9 meses e alguns dias.
Então a conta é essa: para pagarmos a dívida bruta brasileira nós teríamos que pedir ao Carrefour, à Chevrolet, à Fiat, à Volks, à Ford, aos salões de beleza, aos postos de gasolina, à Drogaria São Paulo, e a tantas outras empresas e prestadoras de serviços, que durante 9 meses todo o faturamento deles fosse dirigido para pagar a dívida brasileira.  
Que tal? Será que dá?

domingo, 27 de agosto de 2017

A esperteza está acabando com esse país

A esperteza nos níveis do poder, secular – privado e público, ou religioso, transveste-se de ação diabólica, luciférica, infernal e, como corolário natural do comportamento, muitos desses estão sendo traídos pela própria. Oras! Ninguém consegue ser mais esperto que a esperteza. 
Dá pra imaginar: doleiros, fortíssimos empresários, ex-chefe da Casa Civil, ex-tesoureiros de partidos, publicitários, ex-presidente da Câmara dos Deputados, ex-presidente do Banco do Brasil e Petrobras, ex-governador, afora tantos outros entre secretários, diretores e altos executivos, todos engaiolados!!! E talvez um ex-presidente?! Pois é. Todas pessoas experrtas.   
Contudo, entretanto, todavia, o que chama a atenção é verificar o quanto as pessoas nos níveis mais abaixo também se deixam levar pela esperteza como condição “sine qua non” para as relações com o outro.
Não só pelo maldito “querer levar vantagem em tudo”, mas mesmo nas relações mais triviais e cotidianas, as pessoas acham que a esperteza deve comandar suas ações.
Não!!!
Seja no furar uma fila, estacionar em vaga reservada, subornar a quem pode lhe prejudicar, pequenas – ou consideráveis – apropriações indevidas (também conhecidas como furto ou roubo), querer pegar o interlocutor em algum deslize de sua postura ou fala (seja ele um vendedor, um comprador, ou o que o valha), enfim, são infinitas as possibilidades de alguém demonstrar-se experrto.
Quando o Sábio ensinou que devemos ser “astutos como a serpente”, não era  exatamente a essa esperteza que ele se referia. De qualquer forma, o que se verifica é que a coisa toda está desequilibrada, pois está faltando ser mais “tão simples como as pombas”. 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Basta!

Nós terráqueos não queremos mais.
Não queremos mais a canalhice dos políticos mitomaníacos, com seus privilégios escarnecedores da boa vontade.
Não queremos mais a insanidade do comunismo com o estado pesadíssimo.
Não queremos mais a farsa do capitalismo que não chega nunca ao seu propósito.
Não queremos mais a globalização que só faz enriquecer alguns grupos.
Não queremos mais essa mórbida democracia em que uns são mais iguais que outros.
Não queremos mais o igualitarismo em que todos são tratados iguais. Não! Não somos todos iguais, cada um é cada um com todas as suas idiossincrasias.
Não queremos mais a desigualdade em que uns dominam sobre outros.
Não queremos mais ser guiados por líderes. Eles já provaram que não conseguem.
Não queremos mais a maldita discriminação por endereço, modelo de carro, cor, sexo, religião e cultura.
Não queremos mais o execrável racismo contra os negros.
Não queremos mais o vazio das programações da televisão com seus artistas mais vazios ainda.
Não queremos mais a falaciosa pregação de prosperidade dos pregadores modernos.
Não queremos mais a divisão de castas dentro das comunidades de fé em que alguns são tidos como pessoas especiais.
Não queremos mais ser refratários às notícias trágicas como as de Mariana que logo caem no esquecimento.
Não queremos mais a seca do Nordeste. Em qualquer outro país isso já teria sido solucionado.
Não queremos mais a violência estupradora. Nem a física, nem a espiritual, nem a social, nem a política.
Não queremos mais a manutenção da ignorância mantida pelo sistema, pois que lhe interessa.
Não queremos mais a corrupção nossa de cada dia. Que seja classificada como crime hediondo, portanto, inafiançável.
Não queremos mais as penas leves para os criminosos. De nenhum nível. nem a progressão das penas. Nem que sejam filhos ou amigos dos próprios legisladores ou julgadores.  
Não queremos mais o levar vantagem em tudo. Não! Não é preciso levar vantagem em tudo.
Não queremos mais o suborno. Nem no meio público, nem no privado, tão sujo quanto.
Só queremos uma coisa.
E quando queremos? Agora.
- Ouvir o Nazareno, o filho do carpinteiro.

sábado, 19 de agosto de 2017

Brasil, um grande salão de festas

Brasileiro adora uma festa. Pois está muito bem.
Acontece que alguns se posicionaram perto da cozinha e não estão deixando os garçons passarem com os quitutes, com as picanhas, com os salgadinhos, com os doces, os bolos e nem as bebidas.
Só lá de vez em quando escapa um ou outro garçom, que, aliás, tem parentes na turma do fundão.
O pessoal do fundão, normalmente tudo gente boa, está começando a perceber que o negócio não está legal, pois tem muito mais gente aqui pra muito menos garçons.
Alguns deles foram lá conversar para liberar um pouco mais de garçons, nem precisa ser tanto, já que o pessoal da frente já tem o bastante (e põe bastante nisso!).

Acontece que tem uma turma mais nervosa lá no fundão...