Só vale um
Livre arbítrio - Bem supremo e intocável da humanidade, ainda que se perca a alma.
Bíblia – O amor é o bem supremo da humanidade, pelo qual se salva a alma.
Livre arbítrio – Deus o deu para Adão e Eva no Jardim do Éden.
Bíblia – Na história do Jardim do Éden não consta uma opção de escolha, consta uma proibição.
Livre arbítrio – Jesus teve livre arbítrio.
Bíblia – Não consta da bíblia. Consta que Jesus teve que aprender a obedecer, e que o aprendeu por aquilo que padeceu.
Livre arbítrio - Pedra de toque do esoterismo e do espiritismo.
Bíblia - O termo sequer aparece na bíblia.
Livre arbítrio – “Faço o que quero, quando quero, como quero, onde quero, pelo que quero e com quem quero”.
Bíblia – Sujeição ao senhorio de Cristo, condição para salvação.
Livre arbítrio – O homem escolhe a Deus.
Bíblia – Deus escolheu o homem.
Livre arbítrio – Deus se sujeita à vontade do homem.
Bíblia – Deus é absolutamente soberano, logo, não se sujeita a nada.
Livre arbítrio – Cada um é responsável por si e responde por seus atos.
Bíblia – Um livro que mostra Deus tentando tirar o homem desse buraco.
Vale dizer: não sou arminiano, calvinista, luterano, agostiniano, franciscano e nem nada.
sábado, 12 de março de 2011
domingo, 6 de março de 2011
Escolham aí II
Só vale um
Oportunidade de somar riqueza. Capitalista
Oportunidade de dividir riqueza. Bíblico
Riqueza como fim, valor duvidoso e nefasto. Capitalista
Riqueza como meio, desvalor do acúmulo. Bíblico
Acumular tanto quanto possível, num vale tudo desenfreado. Capitalista
“Não ajunteis tesouro na terra”. Bíblico
Banco como templo máximo do culto ao dinheiro. Capitalista
Banco como mero detalhe em que se senta no templo. Bíblico
Privatização do lucro, socialização do prejuízo. Capitalista
Todos ganham, todos perdem. Bíblico
Cuide dos seus, e só dos seus. Capitalista
Dos seus cuido eu, sem querer nada em troca. Bíblico
Empreste, com juros. Capitalista
Não cobre juros. Bíblico
Ganhar o mundo e perder a alma. Capitalista
Perder o mundo e ganhar a alma. Bíblico
Ganhe, ganhe, ganhe... não perca nunca. Capitalista
Quem ganha perde, quem perde ganha. Bíblico
Amor ao dinheiro, pelo qual se vive. Capitalista
“Amor ao dinheiro, raiz de todos os males”. Bíblico
Meritocracia baseada no desempenho de alguns privilegiados. Capitalista
Valorização pelo que se é, sem distinção. Bíblico
Governo como messias para salvar a quebradeira provocada pela volúpia de alguns. Capitalista
Governo do Messias, absoluto, que salvará a todos os quebrantados de coração. Bíblico
Nascer pra ser cabeça e não cauda. Capitalista
Essa eu pulo. Não me digno a propor nada contra.
Viver para ser servido, pelos mais fracos, pobres e incapazes. Capitalista
Servir para viver. Bíblico
Dilapidação criminosa do meio ambiente. Capitalista
Zelo pró-ativo pela irmã Terra (Francisco de Assis). Bíblico
Oportunidade de somar riqueza. Capitalista
Oportunidade de dividir riqueza. Bíblico
Riqueza como fim, valor duvidoso e nefasto. Capitalista
Riqueza como meio, desvalor do acúmulo. Bíblico
Acumular tanto quanto possível, num vale tudo desenfreado. Capitalista
“Não ajunteis tesouro na terra”. Bíblico
Banco como templo máximo do culto ao dinheiro. Capitalista
Banco como mero detalhe em que se senta no templo. Bíblico
Privatização do lucro, socialização do prejuízo. Capitalista
Todos ganham, todos perdem. Bíblico
Cuide dos seus, e só dos seus. Capitalista
Dos seus cuido eu, sem querer nada em troca. Bíblico
Empreste, com juros. Capitalista
Não cobre juros. Bíblico
Ganhar o mundo e perder a alma. Capitalista
Perder o mundo e ganhar a alma. Bíblico
Ganhe, ganhe, ganhe... não perca nunca. Capitalista
Quem ganha perde, quem perde ganha. Bíblico
Amor ao dinheiro, pelo qual se vive. Capitalista
“Amor ao dinheiro, raiz de todos os males”. Bíblico
Meritocracia baseada no desempenho de alguns privilegiados. Capitalista
Valorização pelo que se é, sem distinção. Bíblico
Governo como messias para salvar a quebradeira provocada pela volúpia de alguns. Capitalista
Governo do Messias, absoluto, que salvará a todos os quebrantados de coração. Bíblico
Nascer pra ser cabeça e não cauda. Capitalista
Essa eu pulo. Não me digno a propor nada contra.
Viver para ser servido, pelos mais fracos, pobres e incapazes. Capitalista
Servir para viver. Bíblico
Dilapidação criminosa do meio ambiente. Capitalista
Zelo pró-ativo pela irmã Terra (Francisco de Assis). Bíblico
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Escolham aí
Só vale um.
Posso tudo. Democrático
Posso tudo, mas nem tudo me convém. Bíblico
Todo poder vem do povo e em nome do povo será exercido. Democrático
Todo poder vem de Deus e em nome de Deus será exercido. Bíblico
Igualdade em que “uns são mais iguais que outros”. Democrático
Abaixo de Deus, todos são a b s o l u t a m e n t e iguais. Bíblico
Ditadura da maioria. Democrático
A minoria derruba toda ditadura. Bíblico
Liberdade como anseio, pela qual se mata. Democrático
Liberdade interior, no seio, pela qual se vive. Bíblico
Regime de governo corrupto e corruptor. Democrático
Governo de Deus, incorruptível. Bíblico
Pessoas na mão da história. Democrático
Pessoas na contramão da história. Bíblico
Contemporaneidade. Democrático
Extemporaneidade. Bíblico
Liberdade de expressão. Democrático
Liberdade expressa. Bíblico
Jogo de interesses. Democrático
Interesses comuns. Bíblico
Capitalismo. Democrático
Comunhão. Bíblico
Compromisso quadrienal com a cidadania – um desatino. Democrático
Pacto diário com o destino. Bíblico
Aparência. Democrático
Transparência. Bíblico
Terreno, humano, desumano, carnal, moderno, pós-moderno. Democrático
O oposto... bíblico
Posso tudo. Democrático
Posso tudo, mas nem tudo me convém. Bíblico
Todo poder vem do povo e em nome do povo será exercido. Democrático
Todo poder vem de Deus e em nome de Deus será exercido. Bíblico
Igualdade em que “uns são mais iguais que outros”. Democrático
Abaixo de Deus, todos são a b s o l u t a m e n t e iguais. Bíblico
Ditadura da maioria. Democrático
A minoria derruba toda ditadura. Bíblico
Liberdade como anseio, pela qual se mata. Democrático
Liberdade interior, no seio, pela qual se vive. Bíblico
Regime de governo corrupto e corruptor. Democrático
Governo de Deus, incorruptível. Bíblico
Pessoas na mão da história. Democrático
Pessoas na contramão da história. Bíblico
Contemporaneidade. Democrático
Extemporaneidade. Bíblico
Liberdade de expressão. Democrático
Liberdade expressa. Bíblico
Jogo de interesses. Democrático
Interesses comuns. Bíblico
Capitalismo. Democrático
Comunhão. Bíblico
Compromisso quadrienal com a cidadania – um desatino. Democrático
Pacto diário com o destino. Bíblico
Aparência. Democrático
Transparência. Bíblico
Terreno, humano, desumano, carnal, moderno, pós-moderno. Democrático
O oposto... bíblico
sábado, 29 de janeiro de 2011
Salmodieiro I
Da aurora ao crepúsculo
Do nascente ao ocaso
Da cruz à superação
A cruz é a superação
Da solidão à companhia
Da traição ao perdão
Da limitação à compreensão
Do imponderável à certeza
Da feiúra à beleza
Tudo fala de Deus
Os milhões de pequeninos quarks por milímetro quadrado falam de Deus
As supernovas falam de Deus
O buraco negro, que ninguém conhece, fala de Deus
A gravidade, bem como a relatividade, fala de Deus
Tudo fala de Deus
A possibilidade e a concretude
A impossibilidade...
A impossibilidade é uma virtude
Pois provoca Deus e O faz falar
Ainda que seus ouvidos não ouçam
Ainda que seus olhos não vejam
Ainda que seu coração não sinta
Ele está aí, do seu ladinho
Do nascente ao ocaso
Da cruz à superação
A cruz é a superação
Da solidão à companhia
Da traição ao perdão
Da limitação à compreensão
Do imponderável à certeza
Da feiúra à beleza
Tudo fala de Deus
Os milhões de pequeninos quarks por milímetro quadrado falam de Deus
As supernovas falam de Deus
O buraco negro, que ninguém conhece, fala de Deus
A gravidade, bem como a relatividade, fala de Deus
Tudo fala de Deus
A possibilidade e a concretude
A impossibilidade...
A impossibilidade é uma virtude
Pois provoca Deus e O faz falar
Ainda que seus ouvidos não ouçam
Ainda que seus olhos não vejam
Ainda que seu coração não sinta
Ele está aí, do seu ladinho
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
E o Cordeiro hein...
Se o Cordeiro foi morto desde a fundação do mundo (Ap 13:8), logo a redenção não está circunscrita a um dia no calendário anual. A redenção extrapola a cronometria humana, ela começou antes daquele dia e continua em pleno vigor e vigência. Isto é, Deus ainda está redimindo o homem, está dando-lhe oportunidade de salvação. Deus quer, e quis sempre, tirar o homem do caos em que se meteu. Não confundam as tragédias humanas como julgamento ou descaso de Deus. Elas são fruto da decisão do homem em determinar o seu próprio destino, para o que a democracia, maldosamente, colabora em muito. Mas, Deus é paciente e está à espera. Não... Deus não espera, ele age e está agindo.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Neizinha
Uma mulher, cinco homens, depois quatro, depois três.
Uma mulher, mas mais forte que todos juntos.
Fidelíssima, amante visceral dos filhos.
Acho que foi ela quem cunhou a frase: “quem beija meus filhos, minha boca adoça”.
Corajosa, do alto dos seus 1.65 m criou três brutamontes, sendo-lhes pai e mãe, dando-lhes até mesmo as primeiras aulas de volante.
E não é que deu certo!
Tirante as limitações de cada um, são pais de família bem estabelecidos, sem doenças, sem vícios.
A semente que ela plantou, vingou, até porque ela mesma é fruto de uma videira acima de qualquer questão que atendia por Conceição, docílima e belíssima lembrança, puro coração.
Três belas noras, oito netos, um bisneto.
Aos filhos, tudo. Desde a casa, ainda na adolescência deles transformada em quartel general frequentada pelos seus vários “sobrinhos”.
Era a rainha do jeitinho.
Pra si, quase nada.
Poderosa, sempre em busca de seus objetivos, não tinha limites, tirante a desonestidade e o prejuízo do outro. O maior desses objetivos: superar a dor da perda do terceiro filho. Dor que dói até hoje. Acho que por ela, ela teria desistido, mas restavam ainda os outros três.
Sofredora. Apunhalava-me a alma a sua remota e constante luta contra a insônia. Pudesse eu, lhe daria o meu sono.
Marcante, acho que ela conseguiu fazer o dia durar mais de 24 horas, pelo menos era a sensação que tínhamos quando das suas visitas à irmã freira na cidade grande.
Neizinha, única, insubstituível, incansável, inigualável, matriarcal e majestosa.
Meu maior prazer é poder repercutir onde e com quem quer que esteja o que dela recebi desde minha infância e juventude quando éramos cúmplices e eu podia entregar em suas mãos o meu salário durante todo esse período para ajudá-la a cumprir sua missão. Não importa se era muito ou pouco, Deus sempre entrava com algum tipo de milagre de provisão. Ela sabe, eu continuo com nossa combinação.
Mulher de fé, ensinou-me as primeiras páginas da bíblia, de quebra, deu-me o primeiro violão, um azulão, desses de tocar música do sertão. Que importa? Aprendi e ensinei, recebi e dei, ouvi e toquei.
Mulher dos bolos, dos panetones, das balas, dos doces, muitos dos quais ajudei a embalar. Camafeus, fios de ovos, bombons de uva e leite condensado, às vezes misturado.
Mulher prendada, costureira, encanadora, passadeira, encantadora.
Estamos ficando mais pobres.
Neizinha. Parem as máquinas, cale o mundo. Ela vai passar.
Uma mulher, mas mais forte que todos juntos.
Fidelíssima, amante visceral dos filhos.
Acho que foi ela quem cunhou a frase: “quem beija meus filhos, minha boca adoça”.
Corajosa, do alto dos seus 1.65 m criou três brutamontes, sendo-lhes pai e mãe, dando-lhes até mesmo as primeiras aulas de volante.
E não é que deu certo!
Tirante as limitações de cada um, são pais de família bem estabelecidos, sem doenças, sem vícios.
A semente que ela plantou, vingou, até porque ela mesma é fruto de uma videira acima de qualquer questão que atendia por Conceição, docílima e belíssima lembrança, puro coração.
Três belas noras, oito netos, um bisneto.
Aos filhos, tudo. Desde a casa, ainda na adolescência deles transformada em quartel general frequentada pelos seus vários “sobrinhos”.
Era a rainha do jeitinho.
Pra si, quase nada.
Poderosa, sempre em busca de seus objetivos, não tinha limites, tirante a desonestidade e o prejuízo do outro. O maior desses objetivos: superar a dor da perda do terceiro filho. Dor que dói até hoje. Acho que por ela, ela teria desistido, mas restavam ainda os outros três.
Sofredora. Apunhalava-me a alma a sua remota e constante luta contra a insônia. Pudesse eu, lhe daria o meu sono.
Marcante, acho que ela conseguiu fazer o dia durar mais de 24 horas, pelo menos era a sensação que tínhamos quando das suas visitas à irmã freira na cidade grande.
Neizinha, única, insubstituível, incansável, inigualável, matriarcal e majestosa.
Meu maior prazer é poder repercutir onde e com quem quer que esteja o que dela recebi desde minha infância e juventude quando éramos cúmplices e eu podia entregar em suas mãos o meu salário durante todo esse período para ajudá-la a cumprir sua missão. Não importa se era muito ou pouco, Deus sempre entrava com algum tipo de milagre de provisão. Ela sabe, eu continuo com nossa combinação.
Mulher de fé, ensinou-me as primeiras páginas da bíblia, de quebra, deu-me o primeiro violão, um azulão, desses de tocar música do sertão. Que importa? Aprendi e ensinei, recebi e dei, ouvi e toquei.
Mulher dos bolos, dos panetones, das balas, dos doces, muitos dos quais ajudei a embalar. Camafeus, fios de ovos, bombons de uva e leite condensado, às vezes misturado.
Mulher prendada, costureira, encanadora, passadeira, encantadora.
Estamos ficando mais pobres.
Neizinha. Parem as máquinas, cale o mundo. Ela vai passar.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Via crucis
Cruz credo
Afinal, o que é a cruz?
Muito já foi dito. Muito já falado, rechaçado, atacado, acrescentado ao assunto.
Mas, fica a pergunta: o que é a cruz? Pra que ela serve? Por que ter que tomá-la?
Vou acrescentar mais uma ao arsenal de respostas.
Cruz é fim, é ponto final.
É aquela situação a que se chega em que não há mais a quem ou ao que recorrer tampouco para onde ir.
Enquanto há recursos dos quais se possa lançar mão, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há pessoas a quem se possa recorrer, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há a força de vontade em ação, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há expectativa de que as coisas mudarão, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há prosperidade, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há o medo do desconhecido, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há a insegurança do imponderável, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há o livre arbítrio, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há desculpas, argumentação, dissimulação, consideração ainda não se chegou à cruz.
Cruz não é um evento estanque, único.
Cruz é uma condição a que se chega, um estado mental, emocional e espiritual.
E... intransferível.
A cruz é fim, mas não acaba em si mesma.
Por ser condição, leva a uma outra realidade.
Enquanto não se vive essa outra realidade, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está preso, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está livre, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está feliz, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está triste, ainda não se chegou à cruz.
Loucura? Essa é a linguagem da cruz.
Afinal, o que é a cruz?
Muito já foi dito. Muito já falado, rechaçado, atacado, acrescentado ao assunto.
Mas, fica a pergunta: o que é a cruz? Pra que ela serve? Por que ter que tomá-la?
Vou acrescentar mais uma ao arsenal de respostas.
Cruz é fim, é ponto final.
É aquela situação a que se chega em que não há mais a quem ou ao que recorrer tampouco para onde ir.
Enquanto há recursos dos quais se possa lançar mão, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há pessoas a quem se possa recorrer, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há a força de vontade em ação, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há expectativa de que as coisas mudarão, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há prosperidade, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há o medo do desconhecido, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há a insegurança do imponderável, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há o livre arbítrio, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto há desculpas, argumentação, dissimulação, consideração ainda não se chegou à cruz.
Cruz não é um evento estanque, único.
Cruz é uma condição a que se chega, um estado mental, emocional e espiritual.
E... intransferível.
A cruz é fim, mas não acaba em si mesma.
Por ser condição, leva a uma outra realidade.
Enquanto não se vive essa outra realidade, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está preso, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está livre, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está feliz, ainda não se chegou à cruz.
Enquanto se está triste, ainda não se chegou à cruz.
Loucura? Essa é a linguagem da cruz.
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