Pra por ordem na fogaça.
O termo aqui seria outro, mas minha esposa me enquadrou quando o usei um tempo atrás. E minha esposa é a última pessoa que desagradaria. Eram duas, mas uma delas me deixou. Abaixo da minha esposa, há outras quatro (e seus pares) que também não desagradaria espontaneamente, e abaixo dessas cinco pessoas, mais duas, ou seja, dois amigos.
Um tempo atrás, uma amiga querida e de longa data me disse algo sobre o que demos muita risada. O assunto era a respeito do quadro religioso. Ela me disse que eu era (PERDÃO!) um “porra loka” no meio e que não conseguia me fazer entender. Demos muita risada, mas concordei com ela.
Então, desculpem-me pela incapacidade de me fazer entender.
Assim...
No país temos a classe dos artistas, dos jornalistas, dos esportistas, dos músicos.
Temos ainda a classe dos empresários, dos banqueiros (humm...), dos...
Há também a classe dos pobres, e a dos muito pobres.
Por certo, há a classe dos funcionários públicos e dos políticos.
No meio disso tudo há uma outra classe, e, me parece, só ela pode trazer as necessárias, urgentes e imprescindíveis mudanças com a devida sobriedade e bom senso.
Os integrantes dessa classe precisam amadurecer um bocado, mas só ela pode mudar a fogaça. Enquanto ela permanecer deitada em seu “berço esplêndido” a coisa não muda.
Na outra ponta, o risco é a turba tomar o asfalto, aí vai ser um deusnosacuda.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
Potresto
Penso, logo… não existo, com recíproca inversa verdadeira: Não penso, logo... existo.
Já fui protestante, hoje sou potrestante.
Mote: A falácia de que a educação é a panaceia para graves problemas humanos como fome, sede, doenças advindas da falta de esgoto e etc, etc, etc.
É chic falar que tem que dar educação para as pessoas. É chic, mas… fácil. Joga tudo ali na falta de educação e pronto, estamos resolvidos. Contudo, educação não é solução pra nada. Educação é base, é pilar de uma nação que se pretende digna.
Para problemas imediatos há que se tomar decisões imediatas e de efeito imediato.
Quando, ainda menino, eu tinha febre, minha mãe não me mandava estudar, ela me dava um tal de Atroveran, que se não acabava com a febre pela eficiência, me sarava rapidinho pelo gosto. Ô treco ruim! “Não mãe, não mãe… já tô bom já”.
Então pergunto e só quero saber isso: quando? Quando a coisa melhora para os menos favorecidos?
Quando a academia, enfim, parar de bater cabeça, se acertar, concordar e encontrar um caminho?
Quando o congresso for composto somente por beatos?
Quando o poder não for mais do mesmo, nessa sequência insana e mortal, hora vermelha, hora verde e amarela?
Quando houver superavit primário suficiente?
Quando a bolsa bater os duzentos pontos?
Quando a cristandade sair do seu gueto?
Quando todas as reformas forem concluídas? Pra ficar numa só, a da Previdência. Ela produzirá efeitos somente daqui a 10 anos. Ah! Vá!
Quando cortarem impostos? Ou... quando aumentá-los?
Quando burocratas decidirem? (Hein!)
Quando os brancos quiserem?
Quando os ricos…
Só quero um prazo, uma data. Aí eu paro de encher o saco.
domingo, 2 de fevereiro de 2020
Coisas e coisas
Eu, às vezes, me pego meio depressivo por ter estado tão perto de movimentos conhecidos como o gospel e o pentecostal.
Obviamente que não pelas pessoas. Eu convivo bem com todas (ênfase em “todas”) as pessoas, sobretudo porque não me considero melhor que ninguém, nem estou acima de NINGUÉM, e não estou preso por clichês discriminatórios.
Mas esses movimentos têm coisas muito estranhas.
Do gospel, além das músicas centradas na pessoa, há aquela exploração do efeito gerado pela melodia que nada mais é do que dopamina liberada pelo cérebro e que dá prazer ao ouvinte. Qualquer música bem feita faz isso, não precisa ser gospel. Michael Jackson tinha um poder absurdo de deixar suas plateias em estado de êxtase, coisa comum no gospel, mas que não tem a ver com adoração.
Do pentecostal, há cada coisa estranha que fica até difícil de relacionar. Coisas como sapatinho de fogo, canelinha de fogo, retété, espada de fogo, visões e pregações um tanto controversas, exploração do ato de dar dinheiro, deturpações como dinheiro sendo uma coisa boa.
Mas… aí… eu me acalmo e vejo que não me deixei enredar por esse tipo de coisa e sigo aqui perseguindo o Mestre, tentando seguir os seus passos, uma vez que ele me alcançou irremediavelmente com seu amor.
Obviamente que não pelas pessoas. Eu convivo bem com todas (ênfase em “todas”) as pessoas, sobretudo porque não me considero melhor que ninguém, nem estou acima de NINGUÉM, e não estou preso por clichês discriminatórios.
Mas esses movimentos têm coisas muito estranhas.
Do gospel, além das músicas centradas na pessoa, há aquela exploração do efeito gerado pela melodia que nada mais é do que dopamina liberada pelo cérebro e que dá prazer ao ouvinte. Qualquer música bem feita faz isso, não precisa ser gospel. Michael Jackson tinha um poder absurdo de deixar suas plateias em estado de êxtase, coisa comum no gospel, mas que não tem a ver com adoração.
Do pentecostal, há cada coisa estranha que fica até difícil de relacionar. Coisas como sapatinho de fogo, canelinha de fogo, retété, espada de fogo, visões e pregações um tanto controversas, exploração do ato de dar dinheiro, deturpações como dinheiro sendo uma coisa boa.
Mas… aí… eu me acalmo e vejo que não me deixei enredar por esse tipo de coisa e sigo aqui perseguindo o Mestre, tentando seguir os seus passos, uma vez que ele me alcançou irremediavelmente com seu amor.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Acontecerá
Toda ferida será sarada
Toda fome e sede saciadas
Todo menosprezo extirpado
Toda lágrima enxugada
Todo sem teto terá uma casa
Toda criança amparada
Todo pobre respeitado
Toda família valorada
Onde? Quando?
Aqui e acolá
Agora e pra já
Pra quem e como?
Pra todo mundo, é só compartilhar
Ninguém precisa ficar pobre. Não. Fique tranquilo.
É só ouvir o Nazareno falar.
Toda fome e sede saciadas
Todo menosprezo extirpado
Toda lágrima enxugada
Todo sem teto terá uma casa
Toda criança amparada
Todo pobre respeitado
Toda família valorada
Onde? Quando?
Aqui e acolá
Agora e pra já
Pra quem e como?
Pra todo mundo, é só compartilhar
Ninguém precisa ficar pobre. Não. Fique tranquilo.
É só ouvir o Nazareno falar.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Um vaticínio
Um vaticínio, um augúrio, um presságio.
Um diagnóstico com respectivo prognóstico.
Um alerta, uma sentença, um aviso (que quem avisa amigo é).
Uma constatação, lamentável, mas factual.
“Os pobres sempre os tereis convosco”.
Há muito dito aqui. Só Ele tinha essa capacidade de falar tanto com tão poucas palavras. Aqui, mais uma vez, Ele descreveu a história humana do seu início ao seu fim.
Mas fique tranquilo, pois, embora Ele não trate com a coletividade e sim com pessoas (isto é, cada um de forma individual), ele sabe que essas mesmas pessoas estariam enredadas por sistemas que promovem a acumulação em detrimento dos pobres. Assim, o alerta é mais contra o sistema do que contra pessoas, aliás, Ele não tem nada contra as pessoas, pelo contrário, Ele quer salvá-las (eu sou o primeiro da fila), a começar pela libertação dos sistemas.
Um alerta, uma sentença, um aviso (que quem avisa amigo é).
Uma constatação, lamentável, mas factual.
“Os pobres sempre os tereis convosco”.
Há muito dito aqui. Só Ele tinha essa capacidade de falar tanto com tão poucas palavras. Aqui, mais uma vez, Ele descreveu a história humana do seu início ao seu fim.
Mas fique tranquilo, pois, embora Ele não trate com a coletividade e sim com pessoas (isto é, cada um de forma individual), ele sabe que essas mesmas pessoas estariam enredadas por sistemas que promovem a acumulação em detrimento dos pobres. Assim, o alerta é mais contra o sistema do que contra pessoas, aliás, Ele não tem nada contra as pessoas, pelo contrário, Ele quer salvá-las (eu sou o primeiro da fila), a começar pela libertação dos sistemas.
domingo, 19 de janeiro de 2020
O marido fiel, o político cristão e o pardal
Não há “marido fiel”.
Hein?! Lascou.
Pois é.
Há marido, e maridos são fiéis. A expressão “marido fiel” é um pleonasmo, uma superfluidade redundante, pois, se é marido, é fiel, se não é fiel…
Do “político cristão” há que se definir o que significa cristão, o que é tarefa deveras trabalhosa dado o imenso universo que o termo abrange: católicos, evangélicos, protestantes, pentecostais, até algumas parcelas do espiritismo se declaram cristãs.
Fato é que o termo “político cristão” é um tanto paradoxal, se há alguma vinculação do cristão com o Cristo, o que é quase impossível estabelecer. Ocorre que nos sistemas de governo modernos os políticos estão intrinsecamente ligados a um padrão de poder que dispensa o divino uma vez que esse padrão declara que “todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido”.
Quando cristãos são entendidos como uma força de poder, via de regra, eles trazem mais prejuízos que benefícios à coletividade. A história é pródiga em exemplos os mais nefastos, desde tempos antigos, quando ainda a democracia não era hegemônica, até os tempos modernos com escândalos os mais abjetos.
Contudo e entretanto, contar com pessoas que têm o caráter tratado por Cristo nas esferas do poder, é tudo de bom e desejável, esses jamais trairão a causa, mesmo quando lidando com o poder e suas demandas de recursos financeiros.
Pessoas essas que vivem como os pardais, como ensinou o Cristo, sem pretensões de qualquer natureza, confiantes na provisão do pão diário e do abrigo necessário, até que venha o Grande Dia. Já dizia bela música: his eye is on the sparrow.
Em documento público compartilhado em 2009 via internet e encaminhado à agremiação religiosa da qual fazia parte, eu abri mão de todo e qualquer título ou rótulo a que teria direito. Está no blog sob título (In)Certidão de I(n)doneidade.
Me defino como: um andarilho, filho de Deus, marido e pai.
Hein?! Lascou.
Pois é.
Há marido, e maridos são fiéis. A expressão “marido fiel” é um pleonasmo, uma superfluidade redundante, pois, se é marido, é fiel, se não é fiel…
Do “político cristão” há que se definir o que significa cristão, o que é tarefa deveras trabalhosa dado o imenso universo que o termo abrange: católicos, evangélicos, protestantes, pentecostais, até algumas parcelas do espiritismo se declaram cristãs.
Fato é que o termo “político cristão” é um tanto paradoxal, se há alguma vinculação do cristão com o Cristo, o que é quase impossível estabelecer. Ocorre que nos sistemas de governo modernos os políticos estão intrinsecamente ligados a um padrão de poder que dispensa o divino uma vez que esse padrão declara que “todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido”.
Quando cristãos são entendidos como uma força de poder, via de regra, eles trazem mais prejuízos que benefícios à coletividade. A história é pródiga em exemplos os mais nefastos, desde tempos antigos, quando ainda a democracia não era hegemônica, até os tempos modernos com escândalos os mais abjetos.
Contudo e entretanto, contar com pessoas que têm o caráter tratado por Cristo nas esferas do poder, é tudo de bom e desejável, esses jamais trairão a causa, mesmo quando lidando com o poder e suas demandas de recursos financeiros.
Pessoas essas que vivem como os pardais, como ensinou o Cristo, sem pretensões de qualquer natureza, confiantes na provisão do pão diário e do abrigo necessário, até que venha o Grande Dia. Já dizia bela música: his eye is on the sparrow.
Em documento público compartilhado em 2009 via internet e encaminhado à agremiação religiosa da qual fazia parte, eu abri mão de todo e qualquer título ou rótulo a que teria direito. Está no blog sob título (In)Certidão de I(n)doneidade.
Me defino como: um andarilho, filho de Deus, marido e pai.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
Um genocídio em curso
O corrupto brasileiro é um genocida.
Veja: genocídio - Ação de aniquilar grupos humanos através da utilização de diferentes formas de extermínio como a pobreza ou a fome em certas regiões do mundo.
Existe corrupção pesada em países ricos, mas ela não se reflete diretamente sobre a população.
No caso brasileiro, com enormes contingentes de pessoas pobres, como no caso de outros países também pobres, a corrupção tem ação direta sobre essa população.
O corrupto brasileiro ataca feroz e vorazmente recursos públicos, recursos esses que seriam destinados às necessidades mais básicas da população como a saúde.
A saúde pública brasileira é uma vergonha, um caos, um desplante e… mata.
Há sim um genocídio em curso nesse país, orquestrado e exercido pelos corruptos, com anuência e conivência dos políticos e agentes públicos.
Veja: genocídio - Ação de aniquilar grupos humanos através da utilização de diferentes formas de extermínio como a pobreza ou a fome em certas regiões do mundo.
Existe corrupção pesada em países ricos, mas ela não se reflete diretamente sobre a população.
No caso brasileiro, com enormes contingentes de pessoas pobres, como no caso de outros países também pobres, a corrupção tem ação direta sobre essa população.
O corrupto brasileiro ataca feroz e vorazmente recursos públicos, recursos esses que seriam destinados às necessidades mais básicas da população como a saúde.
A saúde pública brasileira é uma vergonha, um caos, um desplante e… mata.
Há sim um genocídio em curso nesse país, orquestrado e exercido pelos corruptos, com anuência e conivência dos políticos e agentes públicos.
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