Belíssima linha de raciocínio do Messias. Mais uma. Sem par, exclusiva, fenomenal. Só alguém divinamente humano/humanamente divino para ter tal capacidade. Só ele. Como perdemos quando deixamos de lê-lo para ler outros! Pois bem, de acordo com sua (des)compostura, sim porque se existiu alguém que não dava a mínima para o que achamos coerente, o politicamente correto que corresponda ao comportamento padronizado por regras de manual, teológicas inclusive, esse era o Messias, assim sendo, ele não apresentou resposta à sua pergunta. Oras! A pergunta já a trazia (a resposta) a reboque.
Só ele tinha essa capacidade: dizer tanto com tão pouco.
O que vale mais?
- a casa ou o casamento
- o ar ou o vento
- o salário ou o trabalho
- a proximidade ou a amizade
- a uniformidade ou a cumplicidade
- a arte ou o artista
- o prédio ou quem o habita
- o encontro ou a busca
- o som ou a música
- a aparência ou a transparência
- a necessidade ou a suficiência
- o terno ou o terno afeto
- a roupa ou o corpo
- o corpo ou a alma
- o sorriso ou as lágrimas
- os dedos ou os anéis
- a tinta ou os pincéis
- a preguiça ou o cansaço
- o façamos juntos ou o deixa que eu faço
- a poupança ou a liberalidade
- o seguro ou a tranquilidade
- o descansar da alma ou uma alma, cansada, mas em calma
- o karma reencarnativo ou um destino corrigido
- a predestinação ou a re-destinação
- um ventre satisfeito ou uma mente inquisidora
- a quietude da paz ou uma paz inquieta
- a auto-estima ou um conceito adequado
- o livre-arbítrio ou um arbítrio regenerado
- o amor próprio ou o amor desapegado
- a satisfação pessoal ou a satisfação por igual
O que vale mais: a oferta ou o altar que santifica a oferta?
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
De Pedro e Paulo
Um, judeu
O outro, fariseu
Um, desde cedo entregue à dura lida da pescaria
O outro, desde cedo envolvido com a sagrada escritura
Um, um iletrado
O outro, muito bem formado
Um, intempestivo
O outro, extremamente reflexivo
Um, impetuoso, imprevisível
O outro, acusado de ter presença desprezível
Em comum: mudaram a história
Um, genro de sogra doente
O outro, solteirão carente
Um lançou mão de armas
O outro ensinou a lutar com outras armas
Um, de medroso a intrépido, mudou demais
O outro, de perseguidor a fugitivo, não retrocedeu jamais
Um andou sobre as águas
O outro por três vezes esteve sob as águas
Um, falante, viu seu Senhor resplandecente como o sol
O outro, eloquente, também
Em comum: dois discípulos da mais pura estirpe
Um teve uma revelação do céu
O outro subiu ao terceiro céu
Um, pobretão, achava que o rico, por si só, é um abençoado
O outro, bem colocado, achava que o rico está enroscado
Um viu Moisés e Elias no monte
O outro viu coisas que estão muito além do mais alto monte
Um, pra seu desespero, ouviu o canto do galo
O outro, desesperado, dizem que caiu do cavalo
Um deixou sua casa
O outro era construtor de barraca
Em comum: sem recursos materiais, materializaram o mover de Deus
Um, pescador de homens
O outro se dizia o maior pecador dentre os homens
Um não queria misturar-se
O outro só fazia misturar-se
Um recebeu a indicação que morreria de braços abertos
O outro tinha marcado todo o corpo
Um é tido como o primeiro papa, falácia
Do outro precisamos copiar o clamor: Maranata
Um promoveu e viveu a mais bela e fantástica comunidade
O outro combateu o bom combate
Em comum: ainda não nasceram iguais
E olha que eu não sou muito "fã" deles não. É que a admiração que tenho por Jesus e pelas coisas que ele falou é tão grande que sobra pouco para outras pessoas, a despeito do quanto tenham sido usadas pelo Espírito Santo.
O outro, fariseu
Um, desde cedo entregue à dura lida da pescaria
O outro, desde cedo envolvido com a sagrada escritura
Um, um iletrado
O outro, muito bem formado
Um, intempestivo
O outro, extremamente reflexivo
Um, impetuoso, imprevisível
O outro, acusado de ter presença desprezível
Em comum: mudaram a história
Um, genro de sogra doente
O outro, solteirão carente
Um lançou mão de armas
O outro ensinou a lutar com outras armas
Um, de medroso a intrépido, mudou demais
O outro, de perseguidor a fugitivo, não retrocedeu jamais
Um andou sobre as águas
O outro por três vezes esteve sob as águas
Um, falante, viu seu Senhor resplandecente como o sol
O outro, eloquente, também
Em comum: dois discípulos da mais pura estirpe
Um teve uma revelação do céu
O outro subiu ao terceiro céu
Um, pobretão, achava que o rico, por si só, é um abençoado
O outro, bem colocado, achava que o rico está enroscado
Um viu Moisés e Elias no monte
O outro viu coisas que estão muito além do mais alto monte
Um, pra seu desespero, ouviu o canto do galo
O outro, desesperado, dizem que caiu do cavalo
Um deixou sua casa
O outro era construtor de barraca
Em comum: sem recursos materiais, materializaram o mover de Deus
Um, pescador de homens
O outro se dizia o maior pecador dentre os homens
Um não queria misturar-se
O outro só fazia misturar-se
Um recebeu a indicação que morreria de braços abertos
O outro tinha marcado todo o corpo
Um é tido como o primeiro papa, falácia
Do outro precisamos copiar o clamor: Maranata
Um promoveu e viveu a mais bela e fantástica comunidade
O outro combateu o bom combate
Em comum: ainda não nasceram iguais
E olha que eu não sou muito "fã" deles não. É que a admiração que tenho por Jesus e pelas coisas que ele falou é tão grande que sobra pouco para outras pessoas, a despeito do quanto tenham sido usadas pelo Espírito Santo.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Palestra baseada em Romanos 1:20
“Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas”.
Venha participar dessa palestra que mostrará as grandezas absurdamente grandes do universo e o mundo absurdamente invisível que há dentro das coisas criadas.
Objetivo principal: enriquecer e fortalecer a fé dos filhos de Deus (no sentido mais amplo possível, conforme Jesus o usava) em um mundo tão descrente e frio, e descompromissado com a fé.
“Viajaremos” do quark (a menor partícula já descoberta) até às galáxias mais distantes passando pela Cephei, a maior estrela conhecida em que caberia quase 300.000 planetas Terra.
A palestra foi construída em Power Point e vídeos.
Será distribuída uma folha com os tópicos principais da palestra.
Venha e convide pessoas de seu relacionamento.
Endereço: Rua Grupo Bandeirantes, 50 s/l - Jardim Belval - Barueri (perto do ITB)
Telefone para contato: 9398-7895
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Liberdade sincopada
Quando adolescente, logo no início da minha jornada com o Senhor, fui apresentado a um conceito que ficou impregnado indelevelmente em mim no decorrer desses longos quase 40 anos de seguimento do Mestre.
O conceito: a paz inquieta.
Paz inquieta é o título de uma música, magistral, cuja letra está no blog. Não deixe de ler.
Presentemente tenho observado outro fenômeno na vida a que chamarei de “liberdade sincopada”, como se fosse possível haver uma “liberdade quebrada”, ou seja, ou se é ou não se é livre. Pois, caminhando com o Senhor, tenho verificado essa ambiguidade da “liberdade aprisionada”, por paradoxal que possa parecer.
Senão, veja:
Seguindo os passos de Jesus, me vejo livre
Para, então, perceber-me preso
Livre para amar, mais, para manifestar esse amor (que amar é mais que querer bem)
Preso porque esse amor me prende às pessoas
Livre para ir para onde quiser
Para, então, perceber que estou preso em outro lugar (não circunscrito à dimensão física)
Livre para escolher, preso porque fui escolhido (a despeito da minha vontade, corroboração dessa prisão libertadora)
Livre para desistir, preso pela perseverança
Livre para não fazer, preso porque Ele fez
Livre para não dar satisfação a quem quer que seja, preso por que as pessoas precisam de mim
Livre para não precisar de ninguém, preso na dependência do outro
Quem me livrará dessa “liberdade sincopada”?
Não, não quero essa libertação
Assim...
Liberdade é prisão, é amarração
Livre no espírito, preso no corpo
Ou seria livre no corpo, preso no espírito?
O Mestre, quando preso ao madeiro, ali mesmo desprendeu a liberdade
Ele, preso no corpo, livre no espírito
Seguindo os passos de Jesus, me vejo preso
Para, então, perceber-me livre
Acho que é isso
O conceito: a paz inquieta.
Paz inquieta é o título de uma música, magistral, cuja letra está no blog. Não deixe de ler.
Presentemente tenho observado outro fenômeno na vida a que chamarei de “liberdade sincopada”, como se fosse possível haver uma “liberdade quebrada”, ou seja, ou se é ou não se é livre. Pois, caminhando com o Senhor, tenho verificado essa ambiguidade da “liberdade aprisionada”, por paradoxal que possa parecer.
Senão, veja:
Seguindo os passos de Jesus, me vejo livre
Para, então, perceber-me preso
Livre para amar, mais, para manifestar esse amor (que amar é mais que querer bem)
Preso porque esse amor me prende às pessoas
Livre para ir para onde quiser
Para, então, perceber que estou preso em outro lugar (não circunscrito à dimensão física)
Livre para escolher, preso porque fui escolhido (a despeito da minha vontade, corroboração dessa prisão libertadora)
Livre para desistir, preso pela perseverança
Livre para não fazer, preso porque Ele fez
Livre para não dar satisfação a quem quer que seja, preso por que as pessoas precisam de mim
Livre para não precisar de ninguém, preso na dependência do outro
Quem me livrará dessa “liberdade sincopada”?
Não, não quero essa libertação
Assim...
Liberdade é prisão, é amarração
Livre no espírito, preso no corpo
Ou seria livre no corpo, preso no espírito?
O Mestre, quando preso ao madeiro, ali mesmo desprendeu a liberdade
Ele, preso no corpo, livre no espírito
Seguindo os passos de Jesus, me vejo preso
Para, então, perceber-me livre
Acho que é isso
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Paz inquieta
Eu trago esta paz inquieta, feita de trevas e de luz
Desde que eu sigo os caminhos de um profeta chamado Jesus
Na treva eu me sinto inquieto, na luz eu me sinto capaz
E pelos caminhos do mundo eu sigo inquieto, mas vou em paz
Inquieto pelo inocente, pelo culpado também
Triste por ver tanta gente que não sabe o que a vida contém
Inquieto pela injustiça, que eu vejo aumentar e doer
Inquieto por esta cobiça, que não deixa o meu povo crescer
Em paz pelos homens justos, que por saber e sonhar
Pagam com preço de sangue a coragem de não se calar
Em paz pela esperança, que faz esta vida valer
Em paz por quem nunca se cansa de os caminhos da paz percorrer
Em paz pela juventude, pelos adultos também
E por aquelas virtudes que meu povo nem sabe que tem
Inquieto por tanta gente que não se inquieta jamais
E pelos caminhos do mundo eu sigo inquieto, mas vou em paz
Pe Zezinho
Desde que eu sigo os caminhos de um profeta chamado Jesus
Na treva eu me sinto inquieto, na luz eu me sinto capaz
E pelos caminhos do mundo eu sigo inquieto, mas vou em paz
Inquieto pelo inocente, pelo culpado também
Triste por ver tanta gente que não sabe o que a vida contém
Inquieto pela injustiça, que eu vejo aumentar e doer
Inquieto por esta cobiça, que não deixa o meu povo crescer
Em paz pelos homens justos, que por saber e sonhar
Pagam com preço de sangue a coragem de não se calar
Em paz pela esperança, que faz esta vida valer
Em paz por quem nunca se cansa de os caminhos da paz percorrer
Em paz pela juventude, pelos adultos também
E por aquelas virtudes que meu povo nem sabe que tem
Inquieto por tanta gente que não se inquieta jamais
E pelos caminhos do mundo eu sigo inquieto, mas vou em paz
Pe Zezinho
Instituição x institucionalização
A instituição, por si, não é de todo má. Desde que entendida e usada como uma ferramenta, um aparelho, não mais que isso, ela até pode colaborar com o Reino de Deus, pouco, mas pode.
Por instituição entendo o prédio da igreja com seus aparatos, a diretoria eleita, a agenda, as atas, os controles, as aquisições, as tradições, as regras e normas de conduta extra-bíblicas, e etc.
Parece-me que o problema começa quando ocorre a institucionalização, isto é, quando a instituição sobe ao coração das pessoas, fazendo-as achar que há algum valor intrínseco na instituição, ou que esta é de alguma forma uma expressão da igreja.
Esse processo se dá muito em virtude da atuação daqueles que são chamados de “líder” no meio de um determinado grupo, sim, porque esse “líder” extrai a força de sua influência exatamente da força da instituição, o que o leva, então, a fazer que o peso da instituição cresça incessantemente, fazendo-a competir, como se possível fosse, com o Espírito.
Ocorre que tanto o termo quanto o conceito do “líder” são estranhos à bíblia.
O termo, com suas variantes (liderança, liderados, etc.), não ocorre sequer uma única vez na bíblia.
O conceito, por sua vez, foi aberta e francamente atacado por Jesus que propôs outro tipo condução e influência baseado exatamente não no ser servido, mas no servir, não no comandar, mas no andar com o outro, não no crescer, mas no desaparecer, não no controlar, mas no apontar caminhos, não no ser tido como alguém especial.
“Líder” é a abelha rainha na colmeia que tem as operárias e os zangões a seu serviço. “Líder” é o macho alfa sobre os demais machos e fêmeas do seu grupo. “Líder” é o executivo da grande empresa, inacessível ao reles operário. “Líder” é o que está no topo do organograma fazendo-se pesar sobre os que estão abaixo. “Líder” é o maioral da hierarquia. “Líder” é o sacerdote religioso (não confundir com o sacerdócio de Jesus, que é segundo a ordem de Melquisedeque) que se coloca como intermediário entre Deus e as pessoas.
Enfim, é preciso ter muita sabedoria para discernir a utilidade da instituição da força letal da institucionalização, que, como já foi dito, quer competir com o Espírito e que tem levado a “igreja” a esse estado calamitoso verificado em nossos dias, fruto da falta de relacionamento pessoal e direto com Deus e do desconhecimento do evangelho de Jesus.
Por instituição entendo o prédio da igreja com seus aparatos, a diretoria eleita, a agenda, as atas, os controles, as aquisições, as tradições, as regras e normas de conduta extra-bíblicas, e etc.
Parece-me que o problema começa quando ocorre a institucionalização, isto é, quando a instituição sobe ao coração das pessoas, fazendo-as achar que há algum valor intrínseco na instituição, ou que esta é de alguma forma uma expressão da igreja.
Esse processo se dá muito em virtude da atuação daqueles que são chamados de “líder” no meio de um determinado grupo, sim, porque esse “líder” extrai a força de sua influência exatamente da força da instituição, o que o leva, então, a fazer que o peso da instituição cresça incessantemente, fazendo-a competir, como se possível fosse, com o Espírito.
Ocorre que tanto o termo quanto o conceito do “líder” são estranhos à bíblia.
O termo, com suas variantes (liderança, liderados, etc.), não ocorre sequer uma única vez na bíblia.
O conceito, por sua vez, foi aberta e francamente atacado por Jesus que propôs outro tipo condução e influência baseado exatamente não no ser servido, mas no servir, não no comandar, mas no andar com o outro, não no crescer, mas no desaparecer, não no controlar, mas no apontar caminhos, não no ser tido como alguém especial.
“Líder” é a abelha rainha na colmeia que tem as operárias e os zangões a seu serviço. “Líder” é o macho alfa sobre os demais machos e fêmeas do seu grupo. “Líder” é o executivo da grande empresa, inacessível ao reles operário. “Líder” é o que está no topo do organograma fazendo-se pesar sobre os que estão abaixo. “Líder” é o maioral da hierarquia. “Líder” é o sacerdote religioso (não confundir com o sacerdócio de Jesus, que é segundo a ordem de Melquisedeque) que se coloca como intermediário entre Deus e as pessoas.
Enfim, é preciso ter muita sabedoria para discernir a utilidade da instituição da força letal da institucionalização, que, como já foi dito, quer competir com o Espírito e que tem levado a “igreja” a esse estado calamitoso verificado em nossos dias, fruto da falta de relacionamento pessoal e direto com Deus e do desconhecimento do evangelho de Jesus.
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