quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Vida longa a eles

O que ainda não foi dito de tudo o que já foi dito dessa classe bendita?
Seria, a classe, a extensão da paternidade? O segundo passo dos tantos outros que serão dados pelos seus pupilos?
Seriam eles o psicólogo, o terapeuta, o enfermeiro, o conselheiro transvestido e escondido atrás do giz? Ou... agora... dos bytes e tablets e smartphones?
O que ainda não foi dito de tudo o que já foi dito dessa classe bendita?
Que prazer se comparará a ensinar alguém? Seja o que for, a quem for, em que condição for.
Há algo de divino aí. Ah! Há!
Antes, bem antes de ser profissão ou ocupação, é missão e vocação.
Sem essas figuras não se constrói uma nação.
Sem essas figuras não se constrói um país.
No máximo ocorrerá um ajuntamento de pessoas, um bando.

Vida longa a eles.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Incomparável


Platão, quem é Platão?
Quem é Sócrates ou Aristóteles?
Marx ou Nietzsche?
Quem é Shakespeare, Tolkien, Garcia, Gonzales?
Quem é Rembrandt, Picasso, Da Vinci, Michelangelo?
Quem é Bach, Tchaikovsky, Mozart, Beethoven ou Vila Lobos?
Quem é Gandhi, a Madre de Calcutá, Luther King, Karol Wojtyla, Mandela?  
Paulo, quem é Paulo? (Desse aqui, a pergunta é dele mesmo).
Quem é Constantino? Agostinho? Francisco? (esse foi duro inserir na lista).
Lutero, Wesley ou Billy Graham?
Quem é Drummond, Cecília, Bandeira ou Bilac? Machado, Graciliano ou Jorge Amado?
Quem é Vinícius, Jobim, Chico, Caetano, Milton, Cazuza, Renato, Roberto?
Quem é Lincoln, Roosevelt, Kennedy, Clinton, Bush?
Quem é Vargas, Kubitschek, Médici, Fernando Henrique, lulla?
Eu conheço Jesus.
E fico com Ele.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O que será dessa geração que se avizinha?

É assustador! Não vivi lá, mas tenho pra mim que o nível de superficialidade presente nesse tempo jamais foi vivido.
Tudo gira em torno de curtição, balada, mesmo em um ambiente dito “religioso”, em que se supervaloriza o material, as bênçãos materiais. 
Hedonismo (a vida pelo prazer) na sua expressão mais absoluta e pertinaz, cuja filosofia é “o importante é ser feliz”, não importa a que preço for.
Sinal disso é o que se faz com o idioma nativo. Se é verdade que ele expressa a cultura e história de um povo, estamos mal, muito mal. E bota mal nisso!
Tudo regado com um alto teor de tecnologia alcançável por aparelhos e mídias eletrônicas que têm o poder de transformar as pessoas em seres extremamente vazios e que vivem uma vida mecânica em que reproduzem tudo o que recebem sem o menor pudor e constrangimento. Destaque especial para os jogos eletrônicos, que incutem na mente das pessoas o conceito da virtualidade da vida.
Há trinta ou quarenta anos, quem pensava fora da “caixinha” era tido como meio maluco, hoje sequer há mais a “caixinha”, é um raso total. Em todas as instâncias da sociedade, “religiosa” inclusive.
O que será? Que mundo o meu neto irá enfrentar?
Assustador!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Da Copa e da Olimpíada


Tenho para mim que em algum momento as nações, ou suas cidades, serão julgadas. É o que entendo do “Ai de ti Corazim, ai de ti Betsaida, porque se em Tiro e Sidom...”. É inequívoca a comparação que se faz aqui.
Se assim é, os brasileiros estarão em maus lençóis no que diz respeito à seca do sertão nordestino, porque acho que se qualquer outro país fosse classificado como uma potência econômica, como é o Brasil, essa questão já estaria resolvida.
Fato é que não interessa aos políticos acabar com aquela seca, por uma série de motivos.
Bem por isso sou contra a Copa do Mundo e as Olimpíadas que acontecerão nesse país.
É um contrassenso absurdo ter esses eventos aqui quando milhões de brasileiros passam sede.
É mais ou menos como se o Carlinhos Brown e a Ivete Sangalo (desculpe, não encontrei exemplo melhor, ou pior) fizessem um show em um velório.
A propósito, já foi dito que “quem tem sede será saciado”. Ainda não descobri a que custo isso se dará, mas que vem uma responsabilização por aí, vem. Ah, vem!
Os polianas dirão: “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O direito à diversão é sagrado”. Então tá. Que fique claro, no entanto, que foi esse tipo de pensamento que se viu nos ministros do STF em relação aos mensaleiros.

Um patriota apátrida e auto-exilado.  

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Que passa?


O que se passa em nossa geração?
O que estamos vendo?
Estamos vendo, por décadas, uma classe de políticos que governa fazendo o bem hoje com o prejuízo de amanhã. Uma classe de políticos que capitaliza o lucro e socializa o prejuízo.
Está em curso uma cavalar expropriação do bem comum.
A dívida brasileira já passa dos dois trilhões. Sabe-se lá o que é isso?
Por outro lado, economia de mercado, globalização, livre iniciativa, liberalismo, essa parafernália de termos só existe para favorecer um determinado grupo.
Aí quando os bancos vão quebrar o princípio do capitalismo não vale e tem que colocar dinheiro público para “evitar um mal maior”. Ah! Faça-me o favor.
Cambada, corja, caterva é o que eles são. Ambos: poder público e privado. E ambos estão corrompidos.
Aquele que foi degolado já gritava contra esse tipo de coisa.
O Nazareno não deixou por menos. Na boca Dele uma frase como “os governadores dominam” fala muito alto. A palavra “domínio” aqui é muito forte, tipo sujeição, subjugação, que é o que se vê dos poderes citados.  
Por outro lado, a igreja  moderna segue o politicamente correto do adesismo.
A caricata bancada evangélica é uma vergonha, e deixa eu deixar claro aqui: eles não falam por mim, até porque de evangélico não tenho nada, sequer de cris... deixa pra lá.
Eu acredito sim em uma igreja local. Eu mesmo participo de uma com a devida pontualidade, assiduidade e compromisso pertinentes. Igreja que, em tese, busca estar muito próxima dos princípios bíblicos mas que tem todas as carências e desvirtudes características de qualquer ajuntamento humano.
Acredito nos valores familiares, casado que estou, e bem, há 32 anos e pai de quatro filhos com os quais convivo muito mais que satisfatoriamente bem.
E assim vamos.

Um patriota auto-exilado.  

sábado, 7 de setembro de 2013

Independência!?


Independência?
E essa taxa Selic que nos escraviza à condição de eternos terceiro-mundistas?
Já disse algumas vezes e direi novamente, porque a mim esses intelectuais impostores e economistas não enganam: tudo o que o país poupa (superávit) vai para pagar somente os juros da dívida, ela mesmo não está sendo amortizada, dívida que está atrelada diretamente à taxa Selic. Daí surgem esses lucros estratosféricos dos bancos, verdadeiros escárnios. Ou vocês acham que os lucros dos bancos vêm das tarifas das contas? Ah! Faça-me o favor!
Rede bancária que tinha até há algum tempo como o seu maior representante esse crápula do Henrique Meirelles, exatamente o Presidente do Banco Central, banqueiro de carteirinha.
A água que falta no sertão está nos bolsos dos banqueiros.  

Independência?
E os cinco meses de trabalho ao ano que todo trabalhador brasileiro entrega ao governo em impostos para ter de retorno, por exemplo, essa saúde pública?

Falo como leigo, algo do que me orgulho, pois para ser algo a mais e fazer parte disso, jamé, amigo, jamé.
A mim esses caras não enganam, não sei bem do que isso adianta, mas que eles não enganam, não enganam mesmo, e nenhum deles têm o meu voto, até porque me auto-alijei do sistema democrático que tem no voto tão somente a sua expressão, pois que para os democratas ser democrático é ter título de eleitor. Ah tá!

Duro mesmo é ver chegados meus acreditarem que somos sim independentes e aí quando alguém questiona esse tipo de coisa é tido como alguém negativo, pessimista, pra baixo, do contra. Então tá!