quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Dicas para um casamento longevo

Não eleve a voz pela primeira vez, virão outras  ocasiões e você não resistirá. Agressão física não merece nem ser mencionada.
Não menospreze, nunca.
Respeite a intimidade e privacidade um do outro, bem como a sua limitação.
Sexo não é terapia, e será fraco se for entendido assim. Tem que conversar e se acertar. Sexo é ápice, é desfrute. Atenção: de ambos. Inegociável.
Não espere a viagem para Paris ou Roma para viver um grande romance.
O lugar do seu romance, perene, é no seu quarto.
Feche sempre com seu cônjuge. Se essa regra vale para amigos, o quanto não valerá para o cônjuge?! Ainda que ele esteja errado. Isso se vê depois, mas feche com ele, sempre. 
Não troque de amor, ou seja, ninguém pode ocupar o lugar do seu cônjuge, nem carro, nem trabalho, nem  dinheiro e, preste atenção, nem os filhos. Nem outra pessoa!!! Não cabem quatro em um relacionamento conjugal. É o Magnânimo e os dois. Solamente.
Não chame o seu cônjuge de “pai” ou “mãe”. Ele não é seu pai ou mãe, ele é seu cônjuge.
Repare nas pequenas mudanças físicas e valorize-as.
Não deixe a inexorabilidade da senilidade atrapalhar.
Não tenham pudor entre vocês, tampouco desconfiança. 
A paixão existe para ser demonstrada. Demonstre-a, pois. Mesmo em público. Mesmo com os anos avançados.
Cuidado com o dinheiro. Ele tem poder de construir ou destruir, seja na fartura ou na escassez.
Na doença, que cada um cuide do outro.
Estejam ansiosos por se reencontrarem, seja de uma viagem, seja no dia a dia.
Reciprocidade, cumplicidade, carinho, amabilidade, respeito, proteção, reconhecimento, interesse, exclusividade... indispensáveis e imprescindíveis.
Riam muito.
Ame, muito, sabendo, entretanto, que o que sustenta o amor é a aliança. Especialmente nos momentos difíceis, lembre-se disso.

domingo, 4 de outubro de 2015

Digno é o Cordeiro

Vencedor, contra toda suspeita
Conquistador, contra toda oposição
Fiel, ao extremo
Leal, não retrocedeu
Amante, ainda que mal amado
Humilde, não usurpou de sua condição
Valente, enfrentou exércitos sozinho
Introvertido, sabia o valor da solidão
Comunitário, dividiu-se completamente
Pobre, aprendeu com os pardais a confiar
Sem formosura, pessoas viraram-lhe a cara
Desprezado, não lhe creram
Rejeitado, ontem e hoje
Rei, inexorável
Senhor, absoluto
Obediente, por aquilo que padeceu
Samaritano, bateu nos religiosos
Pastor, o único
Sacerdote, de Melquisedeque
Profeta, palavras eternas
Juiz, padrão divino
Verdade, toda
Caminho, certo
Vida, princípio e fim
Intercessor, acesso direto
Manso, acessível
Forte, inabalável
Determinado, começou e terminou
Batizador, fogo e Espírito
Consciente, não discriminava ninguém
Leão, destemido
Protetor, imbatível

Deus, de Deus

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Pra não dizer que não falei de rosas


Uma rosa estava maravilhosamente exposta em seu habitat natural, exalando seu mais delicioso perfume e exibindo sua exuberante, magistral e inigualável boniteza.
Em dado momento ela é retirada dali e transportada para uma convenção das rosas quando, súbito, ela cai na estrada, ficando só e isolada, à merce dos maus tratos de alguns transeuntes e aos ataques de algumas aves que a ferem impiedosamente, quase ao extremo da sua existência.
No retorno da convenção das rosas, passa por ali um técnico em agronomia que vê de longe aquela imagem. Indignado, da janela de sua pick up, ele tira uma foto para compartilhar nas redes sociais e segue seu caminho, pensando em retornar para seu adorável lar.
Em seguida passa por ali, em direção à convenção das rosas, um engenheiro agrônomo em sua possante e moderna pick up 4x4. Limpíssima, reluzente e com vários objetos banhados a ouro. Ele para, olha, desce do carro, e, à distância, também tira uma foto, consigo na frente, tipo uma selfie, aproxima-se mais um pouco, não muito, porque a flor já cheirava mal. De longe mesmo ele ergue as mãos e faz como se estivesse mandando alguma energia para a flor, profere algumas palavras de ordem, mas a flor não reaje. Do alto do seu exoterismo ele intensifica seus gestos, levantando e abaixando as mãos e aumentando o volume de suas imprecações. Mas a flor não reaje. Assim, também indignado, ele retorna para sua pick up e segue em direção à convenção das rosas, onde dará testemunho de que tentara ajudar uma rosa morimbunda no trajeto, mas que ela não aceitara sua ajuda.
Na sequência passa por ali um jardineiro, amante das flores, todas elas, mas que não fora convidado para a conveção das rosas. Os convencionais não gostavam dele e dos seus métodos de tratamento das flores. Ele para sua caminhonete toda suja de barro e com vários amassados das suas lidas nos jardins e campos de plantações. Ele desce, se aproxima daquele ser e com todo cuidado e carinho a pega em suas mãos, conduzindo-a para o seu carro. Lá em tem alguns produtos que por certo estancariam aquele processo mortal em curso naquela flor. O jardineiro com suas próprias mãos vai derramando aqueles produtos na flor que estava em seu colo. Aos poucos ela começa a reagir. Ele tinha certeza que isso aconteceria. Seguro de que a situação estava sob controle, ele conduz a flor para uma floricultura que conhecia e diz expressamente que o que precisasse ser feito para salvar aquela flor eles deveriam fazer. Ele deixa seu cartão de crédito com a senha e com limite aberto, para que aquela flor fosse atendida, e segue seu caminho em busca de outras flores morimbundas.
Assim, a flor retornou à vida.
Qualquer semelhança não é mera coincidência.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Do direito à fidelidade

Apresento aqui um ponto de vista a respeito da fidelidade que talvez seja novo para alguns. Espero contribuir.
Direito à fidelidade? Oras! Mas eu não tenho o ‘dever’ de ser fiel?
Sim e não. Depende de como se olha a fidelidade.
Tenho que a fidelidade é um bem, uma virtude divina, logo, eu tenho ‘direito’ à fidelidade. Algo como a vida, que é um bem divino, assim, eu tenho direito à vida, ou ainda a felicidade. Eu tenho ‘direito’ à felicidade, o que é diferente de se ter a ‘obrigação’ de ser feliz, como é muito comum hoje em dia.
A fidelidade é um bem e traz coisas boas, só boas, mesmo quando uma segunda parte em questão não siga os mesmos princípios, valendo o outro princípio de que cada um responderá por si.
A fidelidade é um pressuposto indispensável nas relações humanas, ou seja, entre eleitos e eleitores, ovelhas e pastores, empregados e empregadores, entre pais e filhos e, sobretudo, entre os cônjuges.
Encarar a fidelidade como uma obrigação, um dever, traz consigo aquela força destrutiva do pecado original em que a espécie humana se rebela contra tudo o que lhe é imposto, nascendo daí a corrupção, o suborno, a malversação, pois não se é fiel aos princípios recebidos desde a infância, ainda que de maneira parcial. Não se é nem mesmo fiel à lei da consciência colocada indistintamente por Deus em todos os seres humanos, prevalecendo o prazer em corromper.
Direitos trazem privilégios, pressupõem, por si, vantagens lícitas, e são capazes de criar pessoas melhores e que conseguem se portar adequadamente em cada situação que se lhe apresente sem jamais prejudicar ostensiva e conscientemente o outro.
O direito à fidelidade está posto. Há forças deveras poderosas que fazem de tudo para as pessoas não desfrutarem desse direito, pois não lhes interessa.

Acho!   

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Do direito à paternidade


A quem assiste esse direito? Ao homem maduro, casado e que acha que pode ter um filho? Ao imaturo, solteiro e que acha que pode “fazer” filhos sem o contexto familiar? Ao casado e que acha que pode “fazer” filhos em mulheres que não são suas esposas? Ao casal de homossexuais que acha que a criança pode ter dois pais?
Não. Esse direito é da criança, por paradoxal que possa parecer.
Crianças precisam de pais.
Amigos elas terão na escola, no esporte, na faculdade, nos passeios. De seu progenitor elas precisam que eles sejam pais, entendendo que uma de suas mais importantes missões e fazê-las amar e respeitar suas mães, dando-lhes um lar equilibrado e pacífico, aonde as crianças possam estar seguras de retornar a cada dia e saber que encontrarão um lugar de paz, um ninho, que é o cheiro que elas devem exalar, não o das creches.
Diz o livro sagrado que “há amigos mais chegados que irmãos”, mas não há amigos mais chegados que pais.
A paternidade é a sublimação da amizade. Um pai até pode ser amigo, mas há que ir além, pois importa ser pai.
Pode ser que um pai não possa dar todos os bens materiais que um filho necessite, isso nem é o que conta, mas ele tem que dar presença, acompanhamento, acessibilidade, correção, disciplina, exemplo, proteção, provisão do básico.
A paternidade é tão divina que a maior qualificação que o homem pode ter é a de ser filho de Deus. Ninguém enfrentará as forças inimigas baseado em títulos humanos: pastor, padre, bispo, apóstolo, reverendo, majestade, ilustres eminências pardas. À condição de filhos de Deus o inimigo se retira, até porque nunca conseguirá sê-lo, diferente das outras.
Voltando à terra: Pais: não conversem no mesmo nível com seus filhos, eles precisam saber quem é que manda. Saibam dizer não. Não deem tudo o que eles querem, mesmo porque pais abastados não têm conseguido viver a paternidade a pleno, cujo contraponto é verdadeiro, ou seja, a penúria é pressuposto para a excelência, não a miséria ou pobreza extrema, mas a luta por conseguir as coisas é uma ótima escola para os filhos. Cuidado com os jogos eletrônicos, eles são inimigos de seus filhos e não contribuirão para a formação deles.
No mais, curta, curta muito. De quando criança é bom e lindo, mas quando adultos é demais ter o respeito, a consideração, o amor, a honra, a parceria, a cumplicidade, a gratidão, o que só se colhe quando se planta de criança.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Há vida fora da eletrônica

Em uma reunião com alguns pastores e líderes de adolescentes em que estávamos preparando um currículo para o trabalho com eles (os adolescentes), defendi a ideia de que não precisa muito não. Eu me converti adolescente, e lá se vão 40 anos, e o que experimentei lá me sustenta até hoje, como ao meu casamento e paternidade.
Bíblia, testemunho de vida, música, Espírito Santo, trabalho social e mais uma ou outra coisa, como atividades afins e apropriadas à idade.
Fui contestado por um dos presentes, homem já maduro e formado, dizendo que as épocas são diferentes, tem a questão da internet e coisa e tal e lousa e mariposa.
Eu sou usuário da tecnologia eletrônica há muitos anos, mas não sou um geek, esses caras aficionados pela eletrônica. Tenho dois filhos que vivem dessa tecnologia, mas ATENÇÃO: há vida fora da tecnologia eletrônica.
Nós temos que ter a sabedoria e a coragem de falar e mostrar isso para essa geração. Evidente que me dirijo aos que estão de fora.
Há casos, como em outras áreas da vida, que os usuários, de todas as idades, estão se tornando doentiamente dependentes do negócio, especialmente no caso dos smartphones, dependência que remete aos usuários de drogas.
Sabedoria e coragem para tirar essa meninada do buraco em que estão se metendo, muito por conta dos jogos eletrônicos, que tira delas a capacidade de raciocinar criticamente, de refletir abalizadamente, de responder e corresponder às situações que se impõem.
Quem vai?    

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Abutres

Abutres é o que essa súcia infame de economistas bem vestidos, cheirosos e educados são.
Se há uma corja tacanha e fedorenta é a dos economistas.
Um grupelho, que se guia unicamente pelo lucro e que faz muito mal às nações.
E agora vem essa pernóstica Standard & Poor’s querer rebaixar a nota do país aqui.
Vão roubar para serem presos, seus @#$%%ˆˆ&.
Agora que o país está mal das pernas, eles vêm e querem dar o tiro final, tudo em nome da elevação de juros, do dólar, para que eles possam provocar maiores lucros para aqueles a quem assessoram.
Cambada. Cambada de abutres. Malditos sejam esses capitalistas selvagens que em nome do ganho não se constrangem nem minimamente em extorquir lucros abusivos.

Uma coisa é o país ser muito mal governado. Outra coisa é essa corja vir e ficar babando em cima da malversação da coisa pública, cuja saliva é tão venenosa quanto ao do dragão de Comodo.