Precisa-se,
urgente, de uma revolução.
Armada, sim,
fortemente armada, que, com menos que isso, ela sucumbirá, tombará ferida.
Armada até
aos dentes, com todas as armas disponíveis. Só não as de fogo e as brancas.
Precisa-se,
urgente, de um líder.
Por anos
preconizei que um povo pode prescindir da figura do líder (se existe uma classe
pernóstica é a classe do líder), mas, cheguei à conclusão que essa dispensa só pode
ocorrer em povos evoluídos, o que não é o caso brasileiro.
Alguém do
naipe de um Luther King, um Gandhi, um Mandella. Será pedir demais?
Precisa-se
de uma revolução.
E ela não
virá pelas redes sociais, que limitam-se à conveniente indignação do sofá.
Ela não virá
“pacificamente” com a paz que instituições religiosas pregam, dada a sua
isenção quanto ao momento nacional.
Ela não virá
pelas elites. Não mesmo. Desportistas, artistas, jornalistas, intelectuais, políticos.
Não mesmo. Eles estão inebriados, e gostosamente assentados em sua gostosa e
alheia prosperidade.
Ela não virá
pelos pobres. Eles estão anestesiados.
Precisa-se
de uma revolução capaz de enfrentar os 3 podres poderes.
Quem vai?
Os Céus
estarão com os que forem. Parece-me suficiente.
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