Eu acho que sou meio de boa. Posso estar redondamente enganado, mas
procuro levar as coisas de boa.
Minha esposa e filhos (e netos), uma bike, uma moto, uns instrumentos
para tocar, minha bíblia me bastam.
“Acho” que quem convive comigo poderia até confirmar isso, mas
não sei exatamente. Posso estar redondamente enganado.
Contudo, se tem alguma coisa que me tira do eixo é ser tachado disso
ou daquilo por causa das coisas que falo ou escrevo, como se eu não
tivesse capacidade de pensar por mim mesmo. Tudo bem você ter um
pouco de influência desse ou daquele, mas daí você ser tachado por
causa desse ou daquele vai uma distância enorme.
Não defendo o capitalismo nem o socialismo, muito pelo contrário.
Não defendo a direita nem a esquerda, muito pelo contrário.
Não defendo a democracia nem a ditadura, muito pelo contrário.
E agora aqui vai: não precisamos de governantes (refiro-me aos três
poderes). Governantes deveriam existir para exercer o poder policial
e prender bandidos, quem está levando vantagem indevida e corruptos.
Ponto.
Deixa o resto por conta da população. Não precisamos de mitos. Não
precisamos de “guerreiros do povo brasileiro”. Não precisamos de
intelectuais. Olha, sou até tentado a dizer: não precisamos de
economistas nem de jornalistas, mas aí acho que estou forçando
demais.
Pra onde vai um país que tem pessoas como os ministros do STF como
guardiães da constituição (seja lá o que isso signifique)? Ou como os deputados e senadores como os promotores da
democracia. Hahaha. Piada pronta.
Já dou de pronto: não sou minarquista, nem anarcocapitalista.
PS: um país com tamanha desigualdade social não é uma democracia.
PS: um país com tamanha desigualdade social não é uma democracia.
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